Chat
No navegador ou no celular. Pra pensar, escrever, resumir, decidir. Não mexe em arquivo do computador nem lembra de um projeto pro outro, e é justamente por isso que é rápido: entra, resolve, sai.
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Material da aula interna sobre Claude, pra usar ao vivo durante a apresentação e depois como referência rápida sempre que precisar relembrar um conceito.
Pra deixar o terreno pronto pro módulo 6 (Claude Code), que roda direto pelo app do Claude no Mac. App do Claude e GitHub são obrigatórios pra todo mundo; VS Code é opcional, só pra quem preferir usar uma IDE. O ideal é fazer isso antes da aula, mas se alguém chegar sem instalar, dá pra rodar ao vivo aqui, fora do cronograma principal.
Direto em claude.ai/download, sem precisar de terminal nem instalador nenhum, igual instalar qualquer programa. O app já dá acesso ao Chat, ao Cowork e ao Claude Code.
Com o app instalado, fazer login com a assinatura Claude ativa (Pro ou Max) — a mesma conta usada em todos os módulos da aula.
Cada sócia cria a própria conta, mesmo quem já tem uma pessoal antiga, pra aprender o processo do início ao fim:
Direto pelo app do Claude, por conector.
Depois de conectado, o Claude Code já consegue clonar, criar e dar push nos repositórios autorizados, sem precisar de VS Code nem terminal.
Só pra quem preferir acompanhar o módulo 6 numa IDE em vez do app (lembrando o motivo: na IDE dá pra trocar de modelo, tipo usar o Gemini) — a aula em si roda toda pelo app. Nesse caso, instalar o VS Code (code.visualstudio.com) e depois abrir o terminal dele e rodar:
Esse é o instalador oficial e não precisa de Node.js pra funcionar. Depois de instalado, o comando claude já fica disponível no terminal do VS Code.
Não precisa criar conta pessoal: vamos usar a conta da própria empresa (TimeDigital), já existente. Só entra em jogo pra quem for até o módulo 6c (publicar o projeto).
Não importa se o resultado final é um site, um app, um dashboard ou uma automação — todo MVP começa respondendo as mesmas perguntas. Cada sócia chega na aula com isso já pensado, não precisa ser formal:
Enquanto isso, dá pra revisar o módulo 0 e já deixar tudo instalado e conectado — pra chegar na aula pronta pra praticar.
Ao final desse bloco, cada sócia sai sabendo em qual das 3 frentes abrir o trabalho, sem pensar duas vezes. É o mapa mental que sustenta o resto do dia.
É o mesmo Claude por trás das 3 frentes, o que muda é onde a execução acontece. O Chat fica por cima: rápido, pontual, sem memória entre projetos. Cowork e Code são o centro operacional: onde o trabalho de verdade mora, com contexto persistente, arquivos reais e histórico. A regra prática: você não decide "qual IA usar", você decide onde a operação vai morar.
No navegador ou no celular. Pra pensar, escrever, resumir, decidir. Não mexe em arquivo do computador nem lembra de um projeto pro outro, e é justamente por isso que é rápido: entra, resolve, sai.
A estação de trabalho. Organiza tudo em projetos que são pastas de verdade, conecta com o Drive e roda tarefas agendadas sozinho. Sessão contínua, não resposta solta: o contexto fica ali, disponível toda vez que você volta.
Quase a mesma coisa que o Cowork por baixo dos panos, mas roda no terminal/IDE, com integração nativa ao GitHub. É o desenvolvedor dentro do seu projeto: cria, corrige e publica software de verdade.
Três sinais de que o chat solto não dá mais conta: você está copiando e colando código pra fora da conversa, precisa que ele leia vários arquivos de uma vez, ou vai repetir essa mesma tarefa toda semana. Nesses casos o trabalho pede Cowork ou Code, não só Chat.
"Penso no chat quando preciso de velocidade, trabalho no Cowork quando o processo é recorrente e envolve arquivos da empresa, e uso o Code quando o resultado precisa virar código publicado."
Essa é a aula do Claude Chat do zero: sair do "pergunta e resposta" tipo Google e começar a usar o Claude como ferramenta de pensamento.
"99% das pessoas usam o Claude do jeito errado: fazem uma pergunta como se fosse o Google, pegam a resposta, fecham e acabou."
Se você nunca abriu um terminal, usa o Claude pelo celular, ou só quer pensar e escrever sem mexer em arquivo: essa aula é sobre você. E mesmo quem usa todo dia geralmente usa errado, só faz pergunta simples e ignora os recursos que destravam o resto.
"me ajuda com o e-mail"
"Sou gestora de conta numa agência que atende infoprodutores. Preciso responder uma infoprodutora que quer aumentar o orçamento de anúncios em cima de um lançamento que não converteu bem essa semana, sem prometer resultado garantido. Preciso de um e-mail curto, até 5 linhas, firme e educado, em português."
Rodar os dois prompts na tela, lado a lado, pra equipe ver a diferença real de resultado, não só ouvir falar dela (o exemplo acima já garante a resposta mesmo se a demo falhar).
Contexto + objetivo + formato bem definidos = resposta pronta pra usar, não um rascunho genérico.
Um projeto existe pra resolver um problema específico do Chat solto: sem ele, você reexplica quem é o cliente, qual é o tom, o que já foi tentado, toda vez que abre uma conversa nova. Com o projeto, esse contexto fica gravado uma vez e é reaproveitado sempre.
Quando criar um projeto: tema recorrente, cliente fixo, uma função específica que você sempre usa. Regra prática: se você usou o Claude pra mesma coisa em 3 conversas seguidas, isso já devia ser um projeto.
O chat lê:
Mesmo o Claude lendo PDF direto, o ideal é sempre converter pra texto ou markdown antes de anexar (ex: markitdown.online). Economiza token e deixa a leitura mais precisa.
Anexar (ou colar já convertido) o briefing de lançamento de uma cliente infoprodutora e pedir: "resume em 3 bullets: objetivo do lançamento, público-alvo, e o que não pode faltar na copy."
Exemplo sugerido — troque pelo arquivo real que a equipe costuma usar, se for diferente.
Dentro de um projeto dá pra escrever uma instrução fixa que vale pra toda conversa daquele projeto:
Escrita uma vez, o Claude segue em toda conversa nova dentro do projeto, sem precisar repetir contexto.
Dentro do projeto, a memória é interligada entre conversas: se você falou o nome da empresa numa conversa, ele lembra nas próximas, mas só dentro daquele projeto.
O que ela não faz: não atravessa pra outro projeto, não fica disponível numa conversa solta fora dele. Dá pra ver, editar e apagar o que ele guardou.
Trate como um post-it: confia, mas confere de vez em quando.
O que o Chat não faz: não acessa arquivo do computador, não roda código no seu projeto local, não lembra entre projetos diferentes, não trabalha em background (se você fechar, ele para).
Copiar e colar código pra dentro e fora do chat, precisar que ele leia vários arquivos de uma vez, automatizar algo recorrente, ou o trabalho ficar técnico demais pra ser uma conversa avulsa.
Funciona, mas com uso limitado. Bom pra testar.
Uso razoável, projetos ilimitados, acesso ao Sonnet e Opus. Suficiente pra maioria.
Pra quem usa muito Claude Code e quer mergulhar de vez.
Conferir preços e limites exatos no site da Anthropic antes da aula, eles mudam com frequência.
Depois do módulo 2 (como pedir bem), aqui é sobre o que o Claude entrega de volta e com o que mais ele consegue conversar: não só texto solto, mas artefatos prontos e ligação com as outras ferramentas do dia a dia.
Artefato é um bloco interativo que abre do lado da conversa: página HTML que roda na hora, documento em markdown, tabela editável, código executável, diagrama.
Diferença chave: o Claude não só conversa, ele entrega pronto.
Pedir uma página HTML completa (ex: landing page ou dashboard simples) e mostrar o artefato renderizado ao vivo, do lado da conversa.
Dá pra compartilhar conversas inteiras ou artefatos gerados com outras pessoas por link.
O link é público. Não colar dado sensível de cliente antes de compartilhar.
Analogia pra fixar: o Claude fala "português", cada ferramenta (Gmail, Drive, Canva, GitHub) fala outro "idioma". O conector, chamado de MCP, traduz pra eles se entenderem.
Onde ativar: Customize → Conectores, mais de 100 prontos. Clica no "+", autoriza o login. Se a ferramenta não estiver na lista, dá pra pedir pro próprio Claude ajudar a conectar.
Conectar o Gmail ou o Drive e pedir um resumo dos últimos e-mails/arquivos, ou gerar uma arte no Canva direto da conversa.
Se você colar uma imagem como print em vez de anexar o arquivo, o Claude não tem o arquivo real pra usar — ele avisa, não inventa que subiu o arquivo.
Depois de artefatos e conectores, aqui é onde o trabalho recorrente da agência passa a morar — não mais uma conversa que começa do zero toda vez.
No Cowork, "projeto" na prática é uma pasta. Sem contexto na pasta, o Claude não tem contexto nenhum pra trabalhar.
Conectar uma pasta do Drive da TimeDigital como projeto e mostrar o Claude lendo os arquivos de lá.
Dá pra configurar manualmente: nome, descrição, pasta de trabalho, modelo, instrução, frequência (manual, diária, dias úteis, semanal). Ou pedir pro próprio Claude montar a tarefa agendada, só conversando com ele.
A tarefa agendada só roda com o computador ligado — diferente de uma automação numa VPS, que é assunto de outro nível.
Criar uma tarefa recorrente relevante pra rotina da equipe (ex: revisão semanal de copy de página de vendas, nota de 0 a 10, ou relatório de status de um cliente) e rodar na hora pra mostrar o resultado.
Dá pra baixar uma skill pronta (um prompt de skill), colar no chat, e pedir pro próprio Claude instalar.
Artefatos funcionam igual ao Chat dentro do Cowork: dashboards, planilhas, relatórios.
Dá pra controlar o Claude do computador pelo celular — útil pra continuar acompanhando uma tarefa longa fora da mesa. Ainda depende do computador ligado.